A equipe do R7 vem testando o Google Buzz desde que seu lançamento foi anunciado, nesta terça-feira (9). E a conclusão a que todo mundo chegou foi a de que o Buzz é uma espécie de Google Wave (uma espécie de e-mail de última geração lançado pela empresa no ano passado, mas que ainda não emplacou) reformatado para competir com redes sociais, como Facebook e Twitter.
O novo recurso permite compartilhar fotos, vídeos e mensagens com contatos dentro do próprio Gmail, o serviço gratuito de e-mails do Google – com isso, o novo recurso já nasce em uma plataforma que recebe 176 milhões de acessos únicos por mês, de acordo com a consultoria comScore. Alguns usuários brasileiros ainda não têm acesso ao Buzz, que está sendo distribuído pelas contas gradativamente.
O Google promete em seu blog oficial que o usuário poderia acessar o Flickr, rede social com enfoque em fotografias, e o Twitter, serviço onde os usuários compartilham mensagens curtas. Ao contrário do Twitter, em que é possível postar textos de no máximo 140 caracteres, o Buzz não tem limite de caracteres em suas mensagens.
O Google promete em seu blog oficial que o usuário poderia acessar o Flickr, rede social com enfoque em fotografias, e o Twitter, serviço onde os usuários compartilham mensagens curtas. Ao contrário do Twitter, em que é possível postar textos de no máximo 140 caracteres, o Buzz não tem limite de caracteres em suas mensagens.
As comparações com o Twitter são inevitáveis. Além de dialogar com o site do passarinho azul, o Buzz pega emprestado termos como “seguidores” e a interface é bastante similar, com bastante destaque para a área de postagem das mensagens.
É possível ver na ferramenta do Google as mensagens deixadas no Twitter por usuários que você segue nos dois serviços, mas não o contrário. Ontem o sistema não fazia corretamente essa relação (textos publicados por usuários do Twitter não apareciam no Buzz), mas o problema parece ter sido resolvido.
Logo depois que a nova plataforma do Google foi lançada, muita gente comentou que o aplicativo é bem bolado e útil, mas vai ter de competir pela atenção de quem já participa de outras redes sociais, como o Facebook e o próprio Twitter.
Alguns usuários disseram que o Buzz pode acabar sendo mais útil em lugares onde existe um menor domínio de redes sociais, como as empresas.
Logo depois que a nova plataforma do Google foi lançada, muita gente comentou que o aplicativo é bem bolado e útil, mas vai ter de competir pela atenção de quem já participa de outras redes sociais, como o Facebook e o próprio Twitter.
Alguns usuários disseram que o Buzz pode acabar sendo mais útil em lugares onde existe um menor domínio de redes sociais, como as empresas.
Para alguns especialistas, o mais importante é que o Buzz mostra como o Google vê o mundo da computação social, com muita integração entre sites. Isso já se refletia nos contatos do Gmail, que sempre permitiram importar e exportar dados com outros e-mails, mesmo dos concorrentes.
O Buzz atualiza informações de perfis no Picasa, Blogspot, YouTube e Google Reader. O curioso é que um post antigo, de mais de um ano, no Blogspot, apareceu no serviço do Google como se tivesse sido postado ontem.
Também é impossível não fazer comparações com o Google Wave, uma outra tentativa da empresa de "reinventar e-mail" – o sistema, lançado no ano passado, também inclui ferramentas de redes sociais e de programas de mensagens instantâneas como o MSN. A realidade é que os usuários ainda não descobriram exatamente para o que ele serve. De acordo com o site especializado Techcrunch, "o público tem mostrado que ainda não está pronto para o Wave". O site diz que "o Wave é o futuro e o Buzz é o presente".
– O Buzz pode ser a ferramenta perfeita para fazer com que as pessoas pensem em usar ferramentas de comunicação que vão além do e-mail e do programa de mensagens instantâneas [do tipo MSN]. Mas também pode ser outro erro do Google no campo das redes sociais.
Rory Cellan-Jones, blogueiro da BBC News, diz que o Buzz leva duas vantagens sobre o Wave: ele já está no Gmail, então os internautas não terão de abrir um outro site, e todo mundo que já usou uma rede social já sabe qual é a utilidade dele.
O que será do Orkut?
Com uma nova plataforma social do Google, fica a dúvida sobre o destino do Orkut, um dos sites mais acessados do Brasil e também de propriedade do Google – na realidade o site é um dos poucos exemplos de sucesso da empresa no mercado de redes sociais. Assim como o Buzz, o Orkut tem um caráter social e de compartilhamento de informações.
Com uma nova plataforma social do Google, fica a dúvida sobre o destino do Orkut, um dos sites mais acessados do Brasil e também de propriedade do Google – na realidade o site é um dos poucos exemplos de sucesso da empresa no mercado de redes sociais. Assim como o Buzz, o Orkut tem um caráter social e de compartilhamento de informações.
O Buzz não apresenta nenhum tipo de integração especial com o Orkut. Na verdade, até parece um concorrente da rede social mais usada no Brasil.
O sucesso que o Orkut faz no Brasil não encontra equivalentes no mundo. Dados do Ibope Nielsen Online referentes a dezembro do ano passado mostram que o Orkut teve 27 milhões de visitantes (74% do total de 36 milhões de internautas que acessaram a web de casa ou do trabalho).
Nos Estados Unidos, o maior mercado de internet do planeta, o Facebook é o site mais popular.
R7
