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23 de jan. de 2011

Participante diz que baixou pirataria na rede de 10 Gbps da Campus Party

'Hub' encontrado pelo G1 na quarta estava fora do ar na sexta-feira.

Organizador do evento diz que coíbe distribuição de conteúdo ilegal.

Para que serve a conexão de 10 Gbps à internet disponibilizada para quem participa da Campus Party? “Estou baixando tudo, desde filmes a jogos”, responde um participante da Campus Party conhecido como “Max”.

O download de arquivos não é necessariamente ilegal, mas ele mesmo afirma que boa parte do conteúdo compartilhado entre os participantes é pirataria.

Durante os primeiros dias, a rede foi utilizada até mesmo para abrigar um servidor que disponibilizava filmes, jogos e programas de computador, a grande maioria material protegido por leis de direitos autorais. O G1 encontrou o hub - como é chamado o computador que atua na distribuição dos arquivos - na quarta-feira, mas nesta sexta-feira (21) o serviço parecia estar fora do ar.

"Max" conta que começou o download de um programa de 46 GB no primeiro dia do evento e, na quarta, já estava com 76% concluído, apesar de não estar no local o tempo todo para continuar o download. “Todo mundo aqui está baixando, menos os que estão jogando”, afirmou.

De acordo com Max, os campuseiros deixam os computadores travados e amarrados às mesas, baixando os arquivos enquanto eles andam pela arena para se encontrar com amigos ou participar das palestras.

Rede específica para a CP
Além dos “torrents” – que usam rastreadores externos para manter todos conectados e baixando o mesmo arquivo -, existe uma rede compartilhamento específica para a Campus Party. Ela usa o programa de código aberto Direct Connect (DC++), que usa transferências diretas.

A busca de arquivos é coordenada pelo hub, operado por um grupo  que exige dos campuseiros um compartilhamento mínimo de 1 GB para permitir a entrada na rede.

A rede chegou a ter pelo menos 900 usuários conectados, segundo “Max”, pouco menos de um em cada sete participantes da Campus Party.

Os dois usuários com mais arquivos compartilham 15 e 10 TB de dados. Um único terabyte é suficiente para armazenar cerca de mil filmes de duas horas em boa qualidade.

Além de filmes, no entanto, esses usuários compartilham games como “Grand Theft Auto”, música e aplicativos, desde softwares livres como Linux até cópias do Windows e softwares de engenharia como AutoCAD, que chega a custar US$ 4,5 mil.

Para Max, que trabalha como analista de suporte e participa da Campus Party pela primeira vez, a cópia de arquivos não é ilegal. “Se eu comprei um programa, eu posso compartilhar, só não posso é crackear ou distribuir o número serial”, afirma. 

“No caso de filmes, se eu comprei um DVD, ele é meu, eu posso fazer uma ISO (cópia do disco) e distribuir”.

Questionado se um advogado iria concordar com essa interpretação, Max riu. “Ah, não sei. Ele pode citar outras leis e outros argumentos que não tenho conhecimento”.

Usuários do DC++ e os responsáveis pela operação do hub não quiseram se encontrar com a reportagem do G1 para falar sobre o assunto.

BanimentoO organizador do evento, Mario Teza, afirmou ao G1 que a Campus Party tenta orientar os participantes a não compartilharem conteúdo ilegal. Defensor do software livre, Teza afirma que, no evento, há mais "criadores", pessoas que criam e compartilham conhecimento, do que consumidores de pirataria.

"Orientamos e incentivamos o compartilhamento do conhecimento de quem tem legalmente o direito sobre a obra e sobre o software", afirma. Segundo ele, cada campuseiro assina um compromisso sobre o uso da conexão antes de poder participar do evento. "Se um campuseiro tiver algum problema em relação as regras, ele fica banido para sempre."

Dados compartilhados não se limitam a aplicativos de distribuição livre 
Dados compartilhados não se limitam a aplicativos de distribuição livre (Foto: Reprodução)
 
G1

20 de jan. de 2011

Campus Party - No evento, participantes preferem o Twitter para interagir com vizinhos

Imagine 4.500 jovens acampando juntos. Agora risque algumas das palavras que apareceram automaticamente na sua cabeça, como "sexo", "bebidas" e "balada". Apesar de os participantes da Campus Party estarem "in loco", a interação rola principalmente on-line.

Os participantes se sentam lado a lado em grandes bancadas, cada um de olho no próprio monitor. A conversa, às vezes mesmo com o colega logo ao lado, é pelo Twitter.

Sob a hashtag #cpbr4, eles falam sobre tudo o que está acontecendo no evento.

Aos poucos, o site virou uma rede para a troca de informações. Onde estão os banheiros? Quando é que começa tal palestra? Onde estão vendendo refrigerante?

Internautas como Bruno Antunes (@quenerd), 19, aproveitam os textinhos para pedir ajuda. Ele tinha se esquecido de um cabo e perguntou se alguém tinha. Dez minutos depois, um desconhecido foi até ele para emprestar o equipamento.

"Lá fora, somos as ovelhas negras. Aqui, somos um rebanho, temos de nos ajudar."

Outro que tem usado o Twitter é o estudante Pedro Rangel (@PedroSMR), 24, que precisou de apoio para consertar um defeito no blog.

"Pedi auxílio e rapidinho apareceu um cara para me ajudar", conta. "Com milhares de pessoas acompanhando o evento pelo Twitter, é bem fácil conseguir apoio."

COMENTÁRIOS

Ontem à tarde, em apenas cinco minutos, 120 tuítes foram postados com a tag #cpbr4. O tópico estava entre os mais comentados no site.

Essa lista de solidariedade inclui outros participantes, como @PaulaRiker, que pediu ajuda para abrir um cadeado, e @laurabuu, que procurava o dono de uma câmera filmadora perdida.

O consultor de informática Daniel Martins (@Skulltrail_BR), 26, por sua vez, postava à procura de uma namorada. "Há muitas mulheres bonitas, e estou solteiro", diz. "Todo o nerd sonha em encontrar uma mulher que também curta PCs."

Na Campus Party, porém, não há sinais de paquera, nem mesmo nas barracas do pacato acampamento.

Os tuítes fazem piada sobre o clima bem pouco sexualizado. Uns falam que, se dependesse do público, lotes de camisinhas ficariam encalhados.

"Está todo o mundo isolado no seu mundinho", critica o publicitário Matheus Costa (@30s), 33. "Quero conversar, mas as pessoas mal olham na minha cara."

19 de jan. de 2011

Simpático, Jon "Maddog" Hall apresenta projeto com foco social

Com a simpatia usual, Jon "Maddog" Hall, diretor da Linux Internacional, subiu ao palco principal da Campus Party nesta quarta-feira para apresentar seu projeto tecnológico com foco no bem social.

Com a simpatia usual, Jon "Maddog" Hall, diretor da Linux Internacional, subiu ao palco principal da Campus Party, em São Paulo, para participar do Momento Telefônica e apresentar seu projeto tecnológico com foco no bem social, o Caua Project.

Em consonância com as outras palestras da atual edição da Campus Party o diretor da Linux International falou do benefício que a tecnologia pode trazer à humanidade, da internet como uma ferramenta de infinitas possibilidades. 

"Maddog" quer que se projeto, encabeçado por um computador pequeno e silencioso chamado "thin-client", possa ajudar países em desenvolvimento, como o Brasil, a introduzir a maior parte da população na era digital.

Tanto no início como no final da palestra, o "arroz de festa", como muitos participantes o chamam carinhosamente, teve dificuldade ao caminhar entre o público. Tudo por causa do elevado número de pessoas que querem tirar fotos, conversar ou mesmo receber um conselho dele, nem que seja por cinco segundos.


Campus Party Brasil 2011
Nascida na Europa, em 1997, a Campus Party é um dos maiores eventos de tecnologia, entretenimento e cultura digital do mundo que, em 2011, chega a sua quarta edição brasileira. 


Além do Brasil, são tradicionais os encontros realizados na Espanha, na Colômbia e no México. A Campus Party Brasil acontece de 17 a 23 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).

Para este ano, são esperados mais de 6,8 mil participantes - ou campuseiros - sendo que dentre esses, mais de 4,5 mil ficam acampados no local. Além de atividades como oficinas e exposições a Campus Party Brasil 2011 terão inúmeras palestras. Entre os confirmados, estão o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, Tim Berners-Lee, pai da "WWW", e Jon Maddog Hall, presidente da Linux International, e muitos outros.

Computador mais caro da Campus Party 2011 custa R$ 25 mil

Máquina tem a melhor configuração da América Latina.

O computador mais potente da Campus Party 2011, batizado de “HAF X BR Machine”, é avaliado em cerca de R$ 25 mil. Segundo Rafael Turci, responsável pela máquina, o computador tem a melhor configuração da América Latina, conforme testes realizados. "Não tem nenhuma outra máquina no continente que pode competir", afirma.

O computador vem equipado com gabinete HAF X, processador Intel Core i7 980X, memória de 12GB DDR3, quatro placas de vídeo nVidia GeForce GTX580, HD de 1TB Sata 2, placa-mãe 4-Way SLI e Intel SSD de 40GB. O PC ainda vem com cooler V6 GT e fonte Silent Pro Gold de 1200 Watts.

Segundo Turci, a máquina foi feita com parcerias, como a fabricante Cooler Master e a empresa Monster Tech. A ideia dele é modificar o computador durante o evento para torná-lo mais “atraente”.

Turci participa da Campus Party Brasil desde a primeira edição do evento, que acontece até domingo no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

 G1

“Precisamos garantir uma internet aberta”, dizem Al Gore e Berners-Lee em evento

O ex-vice-presidente dos EUA Al Gore afirmou que a internet precisa ser aberta para que o mundo seja melhor. 

Durante a Campus Party 2011, o ativista participou de uma palestra junto ao criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee.

Os dois defenderam durante todo o evento que os governos liberem os dados de seus países, mas que a população também defenda essa ideia. “Trabalhem para obter os dados referentes ao Brasil. Precisamos garantir que a rede seja aberta”, afirmou Berners-Lee.

Segundo ele, o papel do cidadão é muito importante: “Temos que estar conscientes. Quando perceber que há uma tendência ao fechamento das informações, proteste e reclame”. E Al Gore completou: “A internet pode ajudar a mostrar um futuro melhor. Penso como Tim e acho que a web não pode ser controlada”.

Aquecimento Global
Logo no início do painel, o ex-vice-presidente disse “obrigado” a todos os presentes e fez um agradecimento especial à ex-senadora Marina Silva – sentada na primeira fila. Depois, Al Gore se solidarizou aos problemas com as enchentes no Sudeste. “O mundo está com vocês. Sabemos a dor que todos estão sentindo”, afirmou.

Aproveitando o tema, o ativista ainda comentou a importância das novas gerações para o controle do aquecimento global e do papel da internet nesse caso. Para ele, os veículos de comunicação, nos últimos anos, contribuíram para o consumismo, mas a rede está aí para mudar este cenário. “A internet é muito poderosa e a liberdade que existe nela ajuda na democracia”, disse.

Segundo ele, é preciso, no entanto, que haja consciência na utilização dessa ferramenta para que os padrões que prejudicam a natureza não estejam conectados aos usuários.

Wikileaks
Claro que em uma discussão sobre a liberação de informações do governo, o polêmico Wikileaks não estaria de fora. Questionados a respeito do site, os dois se mantiveram imparciais.

“Acredito que para os jornalistas, o vazamento de informações é justificado. Mas não necessariamente para a lei”, comentou Al Gore.  Já Berners-Lee disse que defende apenas as informações que ajudam a população, como locais onde ocorrem enchentes como a que temos visto no Brasil: “Apenas assim será útil para trabalharmos a favor do país”, explicou.

Educação
Outro tema bastante discutido durante a conversa entre os dois “pais da internet” foi a educação. Preocupante, segundo os dois, a situação da educação em todo o mundo merece atenção especial e que ainda não foi dada.

“Apenas 20% das pessoas têm acesso à rede. E as outras? Precisamos ensinar essas pessoas, levar conhecimento a elas e explicar. Todos podem fazer isso sozinhos, não precisam esperar por nós”, disse Berners-Lee.

Al Gore concordou com o colega e ainda disse que as pessoas não têm evoluído na rapidez da tecnologia. Para ele, é preciso um modelo educacional condizente ao século 21.

EBand

Cubo leva botão "curtir" do Facebook para a vida real

Novidade permite integração com a rede social mais usada no mundo.

Uma empresa mineira espalhou cubos coloridos pela Campus Party, evento de tecnologia que acontece nesta semana, em São Paulo, que fazem o usuário de Facebook “curtir” alguma coisa do evento com o simples ato de passar um cartão.

O projeto é da empresa Plankton Digital Brain. Funciona assim: o usuário faz o cadastro no site da empresa que vai vincular a conta da rede social Facebook com o cartão. A partir daí, toda vez que o usuário passar o cartão pelo cubo, vai constar no perfil como se o usuário tivesse apertado o botão “curtir” no evento ao qual o cubo está associado.

Existem quatro cubos na Campus Party. Um deles está fixo no palco de palestras de mídias sociais. Se alguém passar o cartão antes das palestras, vai constar no perfil um “curtir” do espaço. Durante as palestras, os organizadores da Plankton prometem atualizar o vínculo do cubo.

Os outros três cubos estão rodando pelo evento. Um deles estava nesta segunda-feira (17) ao lado do computador que homenageia Chucky, o boneco assassino.

O diretor da Plankton, Ernani Hoffman, diz que o sistema é seguro, pois usa o cadastro do Facebook para fazer a ligação entre o cartão e o perfil da rede social. Hoffman diz também que seria simples para trocar o suporte do cartão e do cubo por qualquer outro formato.

Uma maneira criativa de usar esse projeto comercialmente seria colocando cubos em uma loja ou produto. Isso faria com que o usuário divulgasse sem custos o produto de maneira qualificada.

O Facebook é uma rede social em plena expansão – é o serviço do tipo mais usado no mundo hoje. Já é o site mais visitado dos Estados Unidos. 

R7

Fundador da Campus Party lança “Nerds sem Fronteiras” para levar tecnologia a países pobres

Ideia é estimular a população a usar a internet de modo responsável.

A Campus Party, espécie de acampamento nerd que começou nesta segunda-feira (17) em São Paulo, lançou uma campanha pelo uso responsável da tecnologia. O projeto, chamado #somethingbetter (algo melhor, em inglês), tem o objetivo de estimular o uso cidadão da internet "em benefício da humanidade".

A ideia, inspirada em uma dúvida do ex-presidente americano Al Gore em relação ao objetivo da Campus Party, é criar um programa de voluntariado tecnológico para atuar em países carentes.


Inicialmente, uma das três principais frentes de atuação do projeto será lutar para que todos os ministérios de educação do mundo incluam nos currículos cursos que estimulem o uso cívico da tecnologia para crianças, pais e professores. Uma segunda luta será criar uma espécie de Médicos sem Fronteiras – os “Nerds sem Fronteiras” – que irá oferecer ajuda a países carentes. E uma terceira prevê a identificação de maus usos da tecnologia para combatê-los. 


Paco Ragageles, um dos fundadores da Campus Party, explicou que a ideia surgiu quando, em visita à casa do ex-vice-presidente americano Al Gore, este lhe perguntou qual o propósito da Campus Party e lhe contou a história de um rapaz que havia se suicidado por que seus colegas haviam usado sua webcam para mostrar que ele estava fazendo sexo com outro rapaz.


- Muita gente jovem faz isso. Há falta de consciência do uso da tecnologia em todo o mundo. Era preciso fazer algo melhor. Temos que usar a tecnologia para construir um mundo melhor.


José Maria Alvarez-Pallete, presidente da Telefonica Latino-América, disse que a importância do somethingbetter com números que ilustram o crescimento da internet no último ano. 

Segundo ele, em junho de 2010 havia 2 bilhões de usuários da rede em todo mundo, 600 milhões deles só no Facebook (uma população maior que a de muitos países do mundo), que enviaram 107 trilhões de e-mails, acessaram algum dos 255 milhões de sites e postaram 25 bilhões de tuitadas.

- O tráfego está explodindo em todo o mundo. Todo mundo quer estar sempre conectado na internet. Em breve, todas as coisas vão estar ligadas à rede. Por isso, precisamos de um compromisso de que vamos usá-la com responsabilidade.

Para que os campuseiros possam enviar ideias ao projeto, foi criado o e-mail somethingbetter@campus-party.org.

R7 

Grupo de mulheres nerds se reúne na Campus Party para combater a maioria masculina

Meninas dizem que ainda há preconceito contra elas no mundo tecnológico.

A Campus Party, evento que reúne apaixonados por tecnologia até o próximo sábado (22) em São Paulo, é uma grande reunião dominada por homens. Embora o número de mulheres participantes cresça desde a primeira edição, em 2008, o encontro ainda tem poucas mulheres: apenas 27% do público.

Mesmo sendo minoria, um grupo de amigas virtuais espalhadas por todo o Brasil criou o blog Garotas CPBR para trocar informações sobre tecnologia, internet e é, claro, a Campus Party.

Elaine Cecília Gatto, bacharel em ciências da computação e porta-voz da turma, conta como juntou pela internet as amigas para se encontrarem no maior acampamento nerd do país.

- A nossa rede tem cerca de 110 garotas e fazemos transmissões pela Twitcam – [serviço de transmissão de vídeo em tempo real via Twitter] e criamos um grupo no serviço do Google para que possamos trocar ideias e mostrar aos meninos que nós podemos entender tanto de tecnologia quanto eles.

Elaine disse que o ideal seria um evento desse tipo com metade do público masculino e metade feminino e revela já ter sofrido preconceito, mesmo que de maneira sutil, por ser mulher e adorar assuntos considerados como “tipicamente masculinos”.

- O que eu percebi numa entrevista de emprego foi uma resistência da parte da companhia em me contratar, pelo fato de eu ser mulher e formada em computação. Tem um preconceito de que mulher é mais lenta que os homens, que eles programam melhor e a gente prova o contrário.

A campuseira Thalita di Paula Ferreira Araújo, que trabalha como coordenadora de marketing em Fortaleza, diz que mulheres que adoram informática às vezes provocam olhares desconfiados por parte dos homens.

- Parece aquela história de que mulher não sabe dirigir, mas quando a gente mostra que entende do assunto, eles se surpreendem. Nessa área de tecnologia, como em qualquer outro setor, a mulher ganha cada vez mais espaço para mostrar que também sabem. 

Para festejar a presença de parte do grupo na Campus Party, Elaine comprou e revendeu camisetas personalizadas com o nome do blog e o perfil de cada garota no Twitter. Algumas delas vão participar na próxima sexta-feira (21) de uma mesa redonda formada apenas por mulheres para debater o tema “onde estão as mulheres na informática”.

R7

18 de set. de 2010

Campus Party abre inscrições para edição 2011 nesta segunda-feira


Evento acontece entre os dias 17 e 23 de janeiro.

Ex-vice-presidente dos EUA Al Gore participará desta edição do evento.

Começa nesta segunda-feira (20) o período de inscrições para a Campus Party 2011 no Brasil. A 4º edição do evento, que acontece entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2011, no pavilhão do Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, terá a participação do ex-vice-presidente dos Estados Unidos e vencedor do Nobel da Paz, Al Gore.

Nesta edição do evento a quantidade de vagas aumentou, passando para 6,5 mil. As inscrições podem ser feitas no site oficial do evento.

Entre os dias 20 de setembro a 20 de outubro, interessados terão desconto, podendo comprar o ingresso por R$ 130. Porém, nos primeiros sete dias de inscrições, somente aqueles que participaram de alguma edição da Campus Party no Brasil terão direito à compra de ingressos. Após 20 de outubro, a entrada custará R$ 150.

O serviço de camping é opcional e tem um preço fixo de R$ 20 durante os sete dias da Campus Party. Para participantes de outros estados, a organização dará 50% de desconto no valor do ingresso integral para caravanas.

G1